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segunda-feira, 13 de abril de 2015

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE 286. TERÁ O CRENTE DIREITO A DESENVOLVER SUAS FACULDADES MENTAIS?

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE

286. TERÁ O CRENTE DIREITO A DESENVOLVER SUAS FACULDADES MENTAIS?

A pergunta surgiu da leitura feita em nosso livro A Cura Divina à Luz da Bíblia Sagrada. De fato, damos testemunho nesse livro de que não temos usado mais que 10% das possibilidades do nosso cérebro. Sendo assim, cabe-nos desenvolver a arte do pensamento, as meditações sadias e até os meios de comunicação mais adequados e compatíveis com o Evangelho. Paulo declaram em Filipenses: 

"Finalmente irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe os vossos pensamentos" (Fl 4.8).

Como se pode perceber, temos um campo vasto para exercício de nossas capacidades mentais, que hão de se desenvolver à proporção que nós mesmos nos exercitamos.

Em estudo recente sobre o uso da mente e a vitória do homem na sua velhice, foi acentuada a capacidade do cérebro reter memória, ainda que em tempos avançados no que diz respeito à idade da pessoa. Teremos ilustrada a presença de homens que passaram 90 anos e continuam lúcidos e serviçais. Pois bem, os articulistas, todos eles cientistas, arremataram o informe numa bela afirmação: - O segredo da mente lúcida e da memória que se mantém é o uso adequado da arte de pensar. Como se observar, o apóstolo Paulo estava mesmo sob o comando do Espírito Santo ao fazer tão importante declaração.

POR DAVID GOMES

QUEM POUPA O LOBO SACRIFICA A OVELHA!

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE 285. O TERMO JEOVÁ COMO DESCRITO DA PESSOA DE DEUS!

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE

285. O TERMO JEOVÁ COMO DESCRITO DA PESSOA DE DEUS!

Em nosso livro Teologia Prática -  Um Companheiro para a sua Bíblia, demos espaço às variações de nomes descritivos da Pessoa de Deus. A origem específica do termo Iavé, Jeová tem dado espaço a muitas especulações. A interpretação dada pelo próprio Jeová em Ex 3.14, quando da teofania vivida por Moisés, é traduzida pelo Rabino Meir Mesliah Melamed da seguinte forma: "E disse Deus a Moisés: Serei o que serei, enviou-me a vós." J. P. Hyatt relaciona cinco possibilidades na linha de interpretação deste texto, que resumimos aqui:

1. A resposta é evasiva, pois Deus se recusa revelar-se de modo total; 

2. Deus vindica aqui Sua natureza eterna;

3. Eu Sou porque Sou, seria uma forma de se afirmar a impossibilidade de Deus existir fora dEle mesmo; 

4. Serei o que serei pode significar também: Serei o pretendo ser, comunicando de novo o imenso poder de Deus;

5. A tradução poderia comportar a idéia que Sou aquele que É, como que impedindo outra tradução senão a idéia de que Deus é o único ser que sempre continua a ser.

Existe uma maravilhosa luz ao redor do sagrado nome de Jeová. Deus, comenta o Rabino Meir, escolheu a sarça para apresentar o Shechina, luz, tendo e, vista revelar Sua humanidade. Seu povo deve ser simples, humilde e serviçal. A sarça não seria para fabricar ídolos, que Deus odeia. Na sarça existem espinhos, que demonstram o fato de que o seguidor de Deus Jeová paga o preço da santidade.

POR DAVID GOMES

QUEM POUPA O LOBO SACRIFICA A OVELHA!

domingo, 12 de abril de 2015

Dê o dízimo ou morra tentando

Dê o dízimo ou morra tentando

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E aí, rapá! Já deu o trízimo esse mês? No vídeo de hoje, vamos falar sobre o dízimo antes de Moisés, durante Moisés e depois de Moisés, observando todos os versos neotestamentários sobre o assunto. Será que devemos dar dízimo hoje? Se não, como a igreja vai sobreviver? E as ideias do irmão Rubens? E as bençãos oriundas da generosidade? As polêmicas são muitas, e o vídeo foi muito pedido. Fiquem aí, e ponham a mão no bolso!



A morte de John Bunyan

A morte de John Bunyan

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Por George Offor (1787 - 1864)


A morte de John Bunyan ocorreu em 31 de agosto de 1688, pouco mais de 300 anos atrás [data quando o autor escreveu este texto]. Bunyan nasceu em Elstow perto de Bedford em 1628. Ele foi convertido sob a poderosa obra do Espírito de Deus em 1650. Ele foi pastor em Bedford por 16 anos, morreu em Holborn e foi sepultado em Bunhill Fields. O seguinte relato de sua morte é por George Offor, escrito em suas memórias de 1862:

O tempo se aproximava, quando, no meio de sua utilidade, e sem aviso prévio, ele estava prestes ser convocado para seu descanso eterno. Ele havia sido seriamente atacado com uma pestilência perigosa, que em anos anteriores, devastou este país, chamado de doença do suor, uma doença tão misteriosa e fatal como a cólera tem sido nos últimos tempos. A doença contou com grande prostração de força, mas, sob a gestão cuidadosa de sua esposa carinhosa, sua saúde tornou-se suficientemente restabelecida para capacitá-lo a realizar uma obra de misericórdia, a partir do cumprimento de que, como um abençoado perto de seu incessante trabalho terreno, ele estava prestes a subir para junto seu Pai e seu Deus, para ser coroado com a imortalidade. 

Um pai tinha sido gravemente ofendido pelo  filho, e ameaçou deserdá-lo. Para evitar a dupla maldade de um pai morrendo de raiva de seu filho, e a grave consequência ao filho de ser cortado de seu patrimônio, Bunyan se aventurou novamente, em seu estado fraco, pelo seu trabalho habitual, para ganhar as bênçãos do pacificador. Ele fez uma viagem a cavalo para Reading, sendo o único modo de viajar naquela época, e foi recompensado com o sucesso. Voltando para casa por meio de Londres para dar a notícia gratificante, ele foi ultrapassado pelo excesso de chuvas, e, em um estado de esgotamento, ele encontrou refúgio agradável na casa de seu amigo Christian Sr. Strudwick, e foi lá apanhado com uma febre fatal. Sua bem-amada esposa, que tão poderosamente pediu sua liberdade aos juízes, e com quem ele estava unido havia 30 anos, percorreu uma grande distância para ir até ele. De Bedford até Londres foram dois dias de viagem.

Provavelmente, no início, seus amigos tinham esperanças de sua recuperação rápida, mas quando veio o golpe, todos os seus sentimentos e os de seus amigos, parecem ter sido absorvidos pelas bênçãos antecipadas de imortalidade, a tal ponto, que nenhum registro é deixado para saber se sua esposa, ou qualquer um dos seus filhos, viu-o atravessar o rio da morte. Há testemunho abundante de sua fé e paciência, e que a presença de Deus estava eminentemente com ele.

Ele suportou seus sofrimentos com toda a paciência e coragem que se poderia esperar de um homem assim. Sua renúncia foi mais exemplar, suas expressões eram apenas "um desejo de partir, para ser dissolvido, para estar com Cristo". Seus sofrimentos foram curtos, sendo limitados a 10 dias. Ele teve um quadro de Espírito Santo, desejando que seus amigos orassem com ele, e unia-se fervorosamente com eles no exercício. Suas últimas palavras, enquanto lutava com a morte, foram:
"Não chores por mim, mas por si mesmos. Eu vou para o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sem dúvida, através da mediação de seu bendito Filho, me receberá, apesar de eu ser um pecador, onde espero que dentro em breve me  reunirá, para cantar a nova canção, e permanecer eternamente feliz, num mundo sem fim. Amém". 

Sentia-se o sólido chão sob seus pés na passagem do rio preto que não tem ponte, e seguiu a sua peregrinação rumo à cidade celestial, em agosto de 1688, no sexagésimo ano de sua idade. As circunstâncias de sua morte pacífica são bem comparadas pelo Dr. Cheever à experiência do Sr. Standfast, quando ele foi chamado para passar o rio: a grande calma, o pé firme, dirigindo-se aos espectadores, até que seu semblante mudou, o seu forte homem curvou-se debaixo dele, e suas últimas palavras foram: "Leve-me, porque eu vou para ti." Em seguida, a alegria entre os anjos enquanto eles saudaram o herói dessas lutas espirituais, e conduziu sua alma errante para a Nova Jerusalém, que ele tão bem descreveu como "a cidade santa", e, em seguida, sua admiração e espanto ao descobrir quão infinitamente sua curta descrição veio à tornar-se bem-aventurada realidade.

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Fonte: Puritans Sermons - Reproduzido com permissão da Banner of Truth - Revista Edição 299-300, agosto-setembro 1998.
Tradução: César Augustos Vargas Américo

9 Dicas para Implementar Membresia de Igreja / John Folmar

9 Dicas para Implementar Membresia de Igreja / John Folmar



“Como nós podemos nos envolver no ministério nesta igreja?”
O experiente casal desejava começar a servir naquele mesmo dia – realizando pequenos grupos em sua casa, liderando estudos bíblicos, qualquer coisa. Encorajado pelo entusiasmo deles, eu simplesmente os instei a continuarem visitando a igreja e conhecendo-a melhor. O fato é que novos frequentadores não devem servir a igreja de nenhuma maneira oficial, seja servindo café ou cuidando voluntariamente das crianças.
Isso não é porque nós somos mesquinhos ou hostis. É porque nós cremos que a pergunta mais importante que deve confrontar um novo frequentador em qualquer igreja é esta: Qual é o seu estado diante de Deus? Você foi perdoado de seus pecados e adotado em sua família? Até que você tenha abordado essas questões, o seu serviço na igreja pode simplesmente distraí-lo dessas perguntas mais importantes.
Nós não sabíamos quem “nós” éramos
Quando eu comecei a pastorear a United Christian Church of Dubai em 2005, nós não sabíamos quem “nós” éramos.
Não havia nenhuma lista atestando quem era e quem não era um membro em situação regular de nossa igreja. Havia apenas algumas centenas de pessoas que apareciam a cada semana, algumas regularmente, outras não. Pessoas que nunca haviam se comprometido com a igreja estavam não apenas servindo café, mas também liderando pequenos grupos. Os presbíteros não sabiam, mas alguns desses líderes oficiais nutriam visões heterodoxas, como o universalismo e o modalismo. Eles nunca haviam sido examinados por meio de qualquer processo de membresia.
Paulo instruiu os presbíteros em Éfeso: “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos” (Atos 20.28). Sem membresia, como podemos nós saber quem é esse rebanho, a fim de que possamos orar por ele e cuidar dele? Os membros são simplesmente aqueles que por acaso aparecem em nossas reuniões semanais? Hebreus 13.17 diz que nós iremos “prestar contas” do rebanho que nos foi confiado. Assim, é importante saber quem é esse rebanho.
Foi por essa razão que minha igreja começou a adotar uma membresia de igreja formal, seis anos atrás. Ao estabelecerem a membresia, os presbíteros podem conhecer e cuidar do rebanho que lhes foi confiado.
Entrando em turbulência
Todos na igreja UCCD concordavam com a membresia enquanto ela permanecia opcional. Ninguém fazia objeção à membresia enquanto ela era apenas para os líderes, ou para os muito comprometidos, ou uma nova técnica de gerenciamento. Mas, quando nós apresentamos a membresia como uma expectativa para todos os crentes em nossa congregação, houve turbulência. Muitas pessoas não entendiam ou concordavam que a membresia era uma expectativa bíblica. Alguns até mesmo a consideravam legalista, facciosa ou excludente.
O processo de entrevista para novos membros foi especialmente contestado. Um indivíduo escreveu: “Eu nunca estive numa igreja onde você sente que precisa passar num teste como cristão para pertencer à família. A experiência de igreja como um todo deveria ser de amor e cuidado. [...] É óbvio que você primeiro convida amorosamente os membros para a igreja e, se percebe que eles necessitam de liderança ou mentoria adicionais para crescerem como cristãos, então você pode fazer alguma coisa. Nós temos sentido como se tivéssemos de ‘passar por média’ antes de podermos pertencer à igreja UCCD, e eu tenho certeza de que esse não é o modo como Deus planejou”.
Membresia: a segunda ferramenta mais importante da reforma
Seis anos depois, a despeito dessas objeções, nós descobrimos que a membresia bíblica de igreja tem sido vital para fortalecer a nossa igreja. De fato, além da pregação da Palavra, eu creio que o modo mais importante de reformar uma congregação é implantar uma membresia.
Lições aprendidas ao longo do caminho
Aqui estão algumas lições que aprendemos ao longo do caminho.
1. Primeiro, ensine a respeito.
O caminho mais eficaz para indispor uma congregação é começar a mudar a cultura da igreja sem apresentar um fundamento bíblico para a mudança. Paulo exortou Timóteo a ministrar “com toda a longanimidade e doutrina” (2 Timóteo 4.2). Se a sua igreja viveu por anos sem uma membresia bíblica, então pode levar anos para se ver uma mudança bíblica verdadeira.
2. Pregue expositivamente.
À medida que as pessoas crescem espiritualmente ao ouvirem a Palavra pregada a cada semana, elas se tornarão mais receptivas a argumentos bíblicos acerca do governo eclesiástico e, de fato, acerca de todas as áreas da vida. “O Espírito dá vida” (João 6.63, NVI) e ele usa a Palavra para fazê-lo.
3. Eleve o nível do que significa ser um cristão.
Enfatize em sua pregação a santidade de Deus, juntamente com a correspondente exigência de que o povo de Deus reflita o seu caráter (p. ex., 1 Pedro 1.16).
Por meio de uma dieta perseverante de pregação expositiva, aponte para a disciplina eclesiástica no Novo Testamento (ver, por exemplo, Gálatas 6.1-2; 2 Tessalonicenses 3.6-15; 1 Timóteo 5.19-20; Tito 3.10-11; Judas 22-23 etc.). No devido tempo, as pessoas podem se perguntar por que elas não têm visto a disciplina praticada em sua igreja. A disciplina eclesiástica é a evidência bíblica mais clara em favor da membresia de igreja (por exemplo, Mateus 18.15-20; 1 Coríntios 5; também 2 Coríntios 2.6).
Uma igreja é um grupo identificável de crentes que estão conscientemente comprometidos uns com os outros. As suas vidas não são perfeitas, mas pela graça de Deus eles são, de um modo substancial e observável, diferentes do mundo à sua volta. À medida que você sublinhe o significado de ser a “nação santa” de Deus (1 Pedro 2.9), a membresia começará a fazer mais sentido.
4. Faça aplicações corporativas em seus sermões.
Não aplique a Escritura apenas a crentes individuais. Peça às pessoas que considerem o que uma passagem diz à igreja como um todo. Com o passar do tempo, isso as direcionará para uma responsabilidade comunitária e pactual de uns para com os outros.
5. Dissemine essa visão entre os presbíteros e outros líderes.
Distribua o livreto Refletindo a glória de Deus, de Mark Dever,[1] aos potenciais líderes de sua igreja. Se os seus líderes preferirem comédia, tente o livro Plantar igrejas é para os fracos, de Mike McKinley.[2] Converse com eles sobre os argumentos para uma congregação biblicamente organizada.
6. Seja você mesmo um modelo robusto de vida comunitária.
Faça de sua vida um microcosmo da forte comunidade corporativa que você deseja ver em sua igreja. Seja hospitaleiro. Almoce com homens que estejam respondendo ao seu ministério. Comece a construir uma comunidade nuclear que reconheça o valor de prestar contas e ter comunhão. Comece pequeno, seja paciente em suas interações com outros e ore por elas.
7. Ore para que Deus enriqueça as relações em sua igreja, de modo que a membresia faça sentido.
Sem uma comunidade cristã genuína, a membresia é apenas uma casca. Nós dependemos do Espírito Santo para criar as afeições fraternais e manter a unidade que a membresia expressa de modo tão belo. Esteja em constante oração pela comunhão e pelos relacionamentos em sua igreja. Encoraje conversas espirituais. À medida que os relacionamentos em sua igreja se aprofundam, confissão de pecado e correção se tornarão mais comuns.
8. Implante um pacto eclesiástico para enfatizar a responsabilidade corporativa.
Um pacto é uma promessa que cada membro faz de amar e cuidar da igreja. Ele também especifica as obrigações que os crentes têm uns com os outros. Se a sua igreja tem mais de 50 anos, vocês provavelmente já têm um pacto perdido em algum lugar do armário. Desempoeire-o e o reintroduza em sua igreja, mas apenas depois de haver ensinado os conceitos o bastante. Se vocês não têm um pacto, considerem usar este aqui.[3]
A fim de se certificarem de que o pacto é de fato um documento “vivo” em sua igreja, recitem-no juntos antes da Ceia do Senhor ou das reuniões de membros. A verdadeira membresia é composta por aqueles que conscientemente fizeram um pacto com os demais em sua igreja. Sem um pacto e uma membresia, sua igreja pode ser apenas um ponto de pregação.
9. Prepare-se para objeções.
Objeção nº 1: Nós nunca fizemos isso antes.
Resposta: Deixe que a Bíblia, não a tradição, estabeleça o que você faz na igreja. Considere a prevalência da disciplina eclesiástica no Novo Testamento (p. ex., Mateus 18.15-17, 1 Coríntios 5, 2 Coríntios 2.6). Se é possível expulsar alguém de uma assembléia identificável, é possível também admitir alguém. Isso é membresia. E o Novo Testamento presume que todos os cristãos são membros de igrejas.
Objeção nº 2: Membresia é algo legalista e sem amor.
Resposta: Pode ser, mas não o é necessariamente nem deve sê-lo. De fato, permitir que alguém permaneça confortavelmente parte de sua igreja, sem nunca confrontá-lo com a questão de se ele ou ela está de pé diante de Deus, talvez seja a coisa menos amorosa que você jamais possa fazer. É preciso reconhecer que a membresia sozinha não tornará a sua congregação mais amorosa, mas ela deveria ser uma potente demonstração da comunidade forjada pelo Espírito.
Objeção nº 3: Consome tempo demais. 
Ao final de uma cansativa reunião de presbíteros, quem deseja dedicar atenção a uma dúzia de formulários de entrevista de novos membros e conversar sobre detalhes, vidas e testemunhos de indivíduos? Certa vez, um presbítero me perguntou: “Não podemos delegar isso a um diácono?”.
Resposta: O chamado primordial de um presbítero não é gerenciar programas, mas “[atender] por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos” (Atos 20.28). O que poderia ser mais inerente a esse chamado do que ver novos membros entrando e velhos membros saindo?
A membresia antecipa as questões mais importantes
Outra razão para praticar a membresia de igreja é que ela antecipa as mais importantes questões. O processo de triagem e o contato pastoral são vitais para a igreja.
Certo homem do Iêmen quis ser membro da UCCD, mas, baseado na entrevista, ele claramente não era um crente. Cientes desse fato, nós começamos a trabalhar com ele as verdades básicas do evangelho. Agora ele é um cristão frutífero que compartilha o evangelho com outros. Quando outro homem da África do Sul passou pelo processo de membresia, ele não podia explicar o evangelho claramente, embora parecesse crer na Verdade e desse evidência do fruto da fé. Após algumas conversas mais intencionais e o livro Cristianismo básico de John Stott,[4] a sua fé começou a se aprofundar e a florescer. Agora ele serve fielmente como diácono em nossa igreja. Muitas outras pessoas têm sido salvas e fortalecidas por meio do processo de membresia na UCCD.
É claro que nem todo mundo é persuadido.
Três anos atrás, um marido que estava descontente com nosso processo de membresia escreveu aos presbíteros acerca de sua esposa, que estava perturbada após a entrevista de membresia: “A experiência como um todo a fez questionar a fé cristã”, ele disse.
Ele não percebeu que é exatamente para isso que a membresia existe.
Ela existe para nos fazer examinar a nossa fé (2 Coríntios 13.5). Por quê? Não porque nós pastores somos abrasivos, insensíveis ou antipáticos. Não porque cremos ser melhores que os outros, ou porque estamos na posição de julgar a fé das pessoas. Em vez disso, nós devemos permitir que o processo de membresia da igreja nos faça examinar a nossa fé porque a pergunta “Eu sou mesmo um cristão?” é uma das questões mais importantes que jamais podemos enfrentar.
Fonte: 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE 284. SIGNIFICADOS DAS "INDULGÊNCIAS" QUE CAUSARAM A REFORMA DE LUTERO!

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE

284. SIGNIFICADOS DAS "INDULGÊNCIAS" QUE CAUSARAM A REFORMA DE LUTERO!

O frade alemão João Tatzel foi enviado à Alemanha pelo papa Leão X com o fim de colher dinheiro para a igreja; precisavam pagar  as despesas de guerra contra os turcos, dizia-se, mas a necessidade real seria custear despesas do papa na aquisição de quadros de arte para a suntuosidade da igreja em Roma. O dinheiro, declara Lindsay, obtinha-se em troca de um recibo em que se declarava que o comprador havia recebido perdão de pecados.

Lindsay prossegue: Vendia-se por 7 ducados o direito de se assassinar um inimigo. Por 9 ducados se garantia o direito de alguns roubos.

Para se vingar o assassino de pai, mãe ou irmão, pagava-se, apenas, 4 ducados. Os precursores de Tetzel anunciavam de modo berrante:

"Os compradores de indulgências ficam mais limpos do que pelas águas do abismo. Comprem a indulgência e ficarão mais puros que Adão, antes de pecar. Quando a moeda tilintar neste cofre, seu perdão foi comprado."

Cremos ter dado a explicação que pede. O livro de T. M. Lindsay, A Reforma, dá em minúcias todas as histórias.

POR DAVID GOMES
Quem poupa o lobo sacrifica a ovelha!


quarta-feira, 8 de abril de 2015

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE 283. EXPLICAÇÃO PARA A PALAVRA GENEALOGIA!

MISCELÂNEA - A BÍBLIA RESPONDE

283. EXPLICAÇÃO PARA A PALAVRA GENEALOGIA!

Genealogia descreve a árvore da família. É o curso natural da descendência de alguém. O termo genea, geração, aparece 43 vezes no NT. O termo genealogia aparece em conexão com a história de Jesus Cristo segundo as gerações. Davi serviu a Deus na sua Geração (At 13.36). O estudo da primeira parte de Mt 1 revela-nos o que se chamaria de última genealogia. Daí para frente temos os que foram nascidos de Deus e formam seu santo Israel.

Mateus escreveu para demonstrar que Jesus descenda da linhagem de Davi, bem assim José, pai putativo de Jesus.

Lucas dá a linhagem de Maria. Ela e José, ambos descendiam do rei Davi, por curso de linhagem diferente.

Mateus inclui na linhagem de Jesus pessoas que foram problemas em seu grupo. Mas deus teve em mente focalizar os raios maravilhosos da Sua graça insuperável. Raabe, a meretriz, era bisavó do rei Davi e viveu 400 antes do Senhor nascer (Rt 4.10).

Houve supressão de alguns nomes na linha de genealogia, como Acazias, Joás, Jeioaquim e outros, mas nada faltou na linhagem fundamental. Há nomes chamados por nódoas: Raabe, Tamar e Bathseba, não tendo sido entretanto manchada a beleza da graça.

Na linha genealógica de Mateus, seguimos rumo descendente, enquanto Lucas vai em linha ascendente, partindo de Eli e terminando em Adão, que segue da mão do próprio Deus.

As duas genealogias contemplam 14 nomes, entre Abraão e o nascimento de Jesus, mas no todo Lucas contempla 21 nomes.

A partir do estudo descritivo da genealogia de Jesus, passamos a outro capítulo da história da humanidade.

João declara que "todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus". Temos aqui a genealogia imperecível. Temos diante de nós a estrada da graça em termos absolutos. O homem é feito filho de Deus, não é resultado da carne, mas fruto do Espírito Santo.

Esta nova genealogia abre portas amplas para todos aqueles que decidirem aceitar Jesus como Salvador.

POR DAVID GOMES

Quem poupa o lobo sacrifica a ovelha!